Tudo o que Você Precisa Saber sobre Crédito Imobiliário

Tudo o que Você Precisa Saber sobre Crédito Imobiliário

Tudo o que Você Precisa Saber sobre Crédito Imobiliário

No artigo de hoje, vamos te explicar tudo o que você precisa saber sobre crédito imobiliário e os principais conceitos que você precisa entender. Ao compreendê-los, você terá sempre em mãos e na ponta da língua as respostas para as dúvidas dos seus clientes sobre tudo que envolve o financiamento imobiliário.

Primeiramente, o financiamento imobiliário facilita o crédito para a compra do novo imóvel e é muito utilizado pelos clientes. De acordo com a ABECI, Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, em 2021, direcionaram-se R$ 164,8 bilhões de reais para as pessoas que desejavam financiar a casa própria, um salto de 75% em relação a 2020.

Financiar um imóvel pelo banco nada mais é do que pegar dinheiro emprestado de uma instituição financeira para comprar um imóvel. Esse empréstimo realiza-se por um contrato que o comprador firma com o credor, e suas cláusulas podem variar conforme o tipo de financiamento escolhido. Vale lembrar que o valor do financiamento depende da renda do comprador, do tipo de imóvel, entre outros fatores a serem analisados.

Como Funciona o Processo?

Do valor total do imóvel, o banco pode financiar apenas uma parte em relação ao crédito imobiliário. Por isso, o comprador paga um valor referente ao que chamamos de ‘entrada’ e pede o empréstimo ao banco do valor restante. Ele quita esse valor de forma parcelada, com juros, e em até 30 anos. Tudo isso ocorre de acordo com o modelo de financiamento que o comprador escolher.

Taxa de Juros

A partir do momento que o banco fornece o empréstimo, ele cobra do seu cliente uma taxa de juros sobre o valor emprestado. Essa cobrança acontece para justificar o tempo que o banco ficará sem o dinheiro que emprestou. Em relação ao crédito imobiliário, o valor disponibilizado depende de uma série de fatores. Primeiro, eles verificam qual a chance que o seu cliente tem de não honrar com o contrato. Portanto, é necessário avaliar o imóvel ofertado, o valor pedido para ser financiado, a renda familiar do cliente, a idade e o histórico de dívidas, entre outras coisas.

Tipos de Financiamentos Imobiliários

No Brasil, há duas principais modalidades mais utilizadas. O cliente deve escolher uma delas, a que mais for compatível com a renda familiar. São elas:

Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

Em resumo, o SFH é mais regulado e destinado ao financiamento de moradias populares com condições de pagamento e taxas de juros mais acessíveis, utilizando recursos de origem governamental como o FGTS. Já o SFI é mais flexível quanto ao valor dos imóveis e as taxas de juros, voltado também para imóveis comerciais e residenciais de alto padrão, com financiamento proveniente do mercado de capitais.

Os Três Sistemas de Amortização Disponíveis

A amortização é o percentual da parcela que corresponde à devolução do valor emprestado pelo banco. Já os juros, como explicamos anteriormente, referem-se ao “aluguel” cobrado pelo empréstimo do dinheiro. Os juros sempre são cobrados em relação ao saldo devedor, ou seja, ao montante que ainda falta devolver ao banco.

Nesse sentido, confira abaixo os três sistemas de amortização disponíveis aos consumidores:

Sistema de Amortização Constante (SAC)

Como o próprio nome sugere, mantém o valor amortizado mensal constante ao longo de toda a quitação do financiamento. No entanto, engana-se quem pensa que, devido a isso, a parcela possuirá o mesmo valor: os juros são cobrados de forma decrescente ao longo do prazo de pagamento. Dessa forma, as primeiras prestações possuem os maiores valores, sendo a última a mais barata de toda a dívida. Para quem possui condições financeiras, pagar a maior parte do crédito imobiliário no começo pode ser interessante, visto que, com parcelas menores, será mais fácil se manter adimplente. Dentre os três tipos de financiamento, a tabela SAC costuma ser a mais utilizada.

Sistema de Amortização Crescente (SACRE)

Sendo, possivelmente, o menos utilizado dentre os três tipos de financiamento, o Sistema de Amortização Crescente (SACRE) altera o valor das parcelas ao longo da quitação, possuindo o seu maior valor na metade do período. Começando as prestações a um determinado preço, a composição da parcela cresce até um momento específico do pagamento, quando, enfim, volta a ter seu valor baixado.

Tabela Price

É a única forma de quitar o financiamento imobiliário mantendo as prestações sempre no mesmo preço. No entanto, por mais que o boleto chegue sempre com o mesmo valor, não significa que a composição segue pelo mesmo caminho. Caso no começo do crédito imobiliário a maior parte da parcela seja composta pela amortização, no fim da quitação da dívida a taxa de juros será predominante.

Por fim, como o profissional mais qualificado para ajudar alguém na compra de um imóvel, o corretor pode e deve orientar o seu cliente sobre a análise e aprovação de crédito, sempre em busca do alcance do objetivo final: a venda.

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Thiago Zeny

Equipe de Marketing

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